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Dia Mundial dos Pobres: “O Senhor é o refúgio do pobre”

No domingo, 15 de novembro, 33º Domingo do Tempo Comum, a Igreja celebra o X Dia Mundial dos Pobres. No Brasil, a Jornada Mundial dos Pobres vai de 8 a 15 de novembro, com o chamado “Minha comunidade eclesial transforma o mundo”.

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Capa: Dia Mundial dos Pobres: o Senhor é o refúgio do pobre

No próximo domingo, 15 de novembro, 33º Domingo do Tempo Comum, a Igreja celebra o X Dia Mundial dos Pobres. Aqui no Brasil, a CNBB propõe viver toda a semana, de 8 a 15 de novembro, como Jornada Mundial dos Pobres, com o chamado “Minha comunidade eclesial transforma o mundo”. O lema, tirado dos Salmos, é o que o Papa Leão XIV escolheu para a sua mensagem: “O Senhor é o refúgio do pobre”.

O dia vem nas últimas semanas do ano litúrgico, quando a Palavra de Deus nos fala do fim dos tempos e da vinda do Senhor. Não por acaso. Diante de Cristo, que virá como Rei e Juiz, a pergunta decisiva será sobre o que fizemos ao menor dos nossos irmãos. O Dia Mundial dos Pobres nos prepara para a solenidade de Cristo Rei, no domingo seguinte, e lembra que o Reino se reconhece pelo modo como tratamos os pequenos.

Na mensagem, o Papa recorda que os pobres de hoje são os esquecidos e os marginalizados, “privados de uma palavra e de um rosto, e não só do pão”. Lembra que o clamor deles costuma ser abafado, inclusive pela indiferença que cresce no ambiente digital. E afirma que Deus é o refúgio do pobre, e que esse refúgio tem um nome: Jesus Cristo. Por isso, diz o Papa, a Igreja é chamada a ser pobre e a ser refúgio para os pobres. Como São Francisco, de quem celebramos os oitocentos anos da morte, trata-se de sentar com eles e ouvi-los, e não apenas falar a respeito deles. A intenção de oração do Papa para novembro, “pelo bom uso das riquezas”, vai na mesma direção.

Esta semana é uma boa ocasião para cada comunidade olhar ao redor. Quem são os pobres que moram perto da nossa capela? Sabemos o nome deles? Algumas atitudes simples ajudam: visitar uma família que passa necessidade, convidar alguém que vive só para a missa e para a mesa do domingo, apoiar o trabalho dos Vicentinos, das Voluntárias da Caridade e das demais pastorais sociais, e partilhar alimentos e tempo. A caridade não substitui a justiça, mas é por ela que começamos a enxergar o irmão.

Com informações do Vatican News e da CNBB.

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